terça-feira, 18 de Setembro de 2018
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Xodó da torcida do São Paulo, Valdívia tenta reviver auge com Aguirre

13/03/2018

13h56

Fonte: globoesporte.globo.com

Valdívia está em alta com a torcida do São Paulo. Mesmo sem ser titular, o atacante tem o nome constantemente gritado pela torcida e virou uma espécie de xodó. Ele entrou bem na vitória por 3 a 1 sobre o RB Brasil, no domingo, no Morumbi.

– É o trabalho dentro de campo. Venho fazendo belas partidas e dá confiança para fazer mais jogadas individuais. O mais importante é o grupo. Fico feliz pela torcida cantar meu nome, mas tem de mostrar em campo – disse Valdívia.

A boa atuação do atacante foi vista por Diego Aguirre das tribunas do estádio. Apresentado como novo técnico nesta segunda-feira, no CT da Barra Funda, o uruguaio elogiou o jogador comandado por ele no Internacional, em 2015, quando Valdívia viveu seu auge.

– É um menino espetacular e bom profissional. Tivemos uma experiência muito boa juntos. Quero que Valdívia repita no São Paulo e que seja um jogador importante. Tenho certeza que vai acontecer – disse Aguirre.

– É um cara muito experiente que gosta de time com raça, com vontade. Espero que dê certo aqui no São Paulo e que ele possa nos ajudar muito. É um grande treinador e que dá liberdade no ataque – afirmou Valdívia.

Nesta quarta-feira, o Tricolor encara o CRB, pela partida de volta da terceira fase da Copa do Brasil. Na ida, o São Paulo venceu por 2 a 0. Portanto, pode perder por um gol de diferença.

Ainda não se sabe se Aguirre vai comandar a equipe, pois ele tem pendências a resolver com o visto de trabalho. Mesmo que eventualmente o interino André Jardine dirija o time no campo, Aguirre vai participar da montagem e estratégia para o jogo.

– Temos a vantagem de 2 a 0 mas não há nada ganho. Esperamos fazer um bom jogo e caminhar de pouco a pouco.

Veja abaixo o relato de Tomás Hammes, repórter que cobre o Internacional desde 2012 e acompanhou a trajetória de Valdívia no Colorado sob o comando de Aguirre:

Em 2015, com Aguirre, Valdívia deixou de ser promessa para virar um dos expoentes do time. O meia-atacante tinha o drible e velocidade como armas para o estilo implantado pelo uruguaio e ainda vivia fase inspirada, com muitos gols (tanto que terminou o ano como artilheiro com 19, mesmo após a troca de Aguirre por Argel).

Só que um dos segredos de “Baldíbia”, como o uruguaio o chamava em razão do sotaque, foi a mudança de postura. O garoto começou a analisar em vídeos suas jogadas e onde deixava a desejar para aprimorar.

Neste trabalho, tratou de evoluir em um dos principais pedidos do técnico: a marcação. Antes pouco afeito à recomposição, o "PokoPika" ficou mais participativo e começou a cumprir as funções defensivas da equipe, necessárias para recuperar a bola e sair em velocidade.

 

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