15h33
Por g1 Presidente Prudente
Um homem de 62 anos foi multado em R$ 2 mil por utilizar instrumentos e petrechos de pesca proibidos ou em desacordo com a autorização na pesca amadora, no Rio Aguapeí, em Lucélia (SP), durante a Operação Piracema, nesta terça-feira (27).
Em outra ação no mesmo dia, a Polícia Militar Ambiental apreendeu cerca de 40 quilos de peixes e equipamentos usados ilegalmente por pescadores que fugiram ao notar a presença da equipe.
Durante a Operação Piracema, equipes da Polícia Militar Ambiental realizavam patrulhamento pelo Rio Aguapeí, quando avistaram um homem às margens do rio. Ao perceber a presença dos policiais, ele fugiu para uma área de mata.
Após buscas a pé, os agentes localizaram um pescador amador, de 62 anos, que confessou ser o proprietário das varas e dos anzóis de galho armados às margens do rio. No local, também foi encontrado um saco com sangue e escamas de peixe, além de uma faca. Nenhum pescado foi localizado.
Diante da situação, foi lavrado um Auto de Infração Ambiental no valor de R$ 2 mil, com base no artigo 35, parágrafo 1º, inciso II, da Resolução SIMA nº 05/21. A ocorrência será encaminhada por ofício à Delegacia de Polícia Civil, por infração ao artigo 34 da Lei Federal nº 9.605/98, que trata de crimes ambientais.
Foram apreendidos três varas de bambu com linha, anzol e chumbada, dois anzóis de galho e uma faca. Os materiais ficaram retidos na sede do Policiamento Ambiental de Dracena.
Ainda durante o patrulhamento, os policiais flagraram outros quatro indivíduos às margens do Rio Aguapeí, próximo ao Córrego do Pimenta, praticando pesca predatória. Ao notar a aproximação da equipe, eles fugiram para o meio do mato.
Nas buscas realizadas, os agentes localizaram seis varas com molinete, uma vara desmontada, um samburá, uma sacola com chumbadas e anzóis, além de cerca de 40 quilos de pescado da espécie piauçu. Os responsáveis não foram encontrados.
Assim como no primeiro caso, a ocorrência será apresentada à Polícia Civil por infração ao artigo 34 da Lei Federal nº 9.605/98. Os equipamentos foram apreendidos e os peixes, por estarem vivos, foram devolvidos ao ambiente aquático.