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Tupã

Polícia Civil prende homem condenado a mais de 18 anos de prisão por estupro de vulnerável em Tupã

03 de Agosto de 2026

17h11

Redação Bastos Já

Uma operação conjunta realizada por equipes da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) e da Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes (DISE) de Tupã resultou no cumprimento de um mandado de prisão contra um homem condenado definitivamente a 18 anos, 1 mês e 23 dias de reclusão pelo crime de estupro de vulnerável. A ordem judicial, expedida pela Vara Criminal da Comarca de Tupã, foi cumprida em uma chácara localizada na zona rural do município.

Segundo a Polícia Civil, a prisão ocorreu sem intercorrências. "Após a realização dos procedimentos de polícia judiciária, o capturado passará por audiência de custódia e será transferido para o sistema prisional, onde dará início ao cumprimento da pena à disposição da Justiça".

A DIG destaca que as investigações que culminaram no julgamento e na condenação foram conduzidas ao longo dos últimos anos pela Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Tupã. "Os levantamentos policiais apontaram que o condenado respondia a múltiplos procedimentos por crimes sexuais cometidos contra diferentes vítimas."

Conforme a Polícia Civil, "o investigado seguia um padrão claro de atuação: ele buscava aproximação com crianças e adolescentes utilizando ambientes religiosos ou locais comumente frequentados por esse público para conquistar a confiança das vítimas."

Também de acordo com a Delegacia de Investigações Gerais de Tupã: "Durante diligências anteriores no decorrer do processo investigativo, os policiais apreenderam na residência do acusado materiais de relevante valor probatório. Entre os itens recolhidos estavam peças íntimas infantis, que o homem mantinha organizadas e catalogadas. O achado reforçou a instrução das ações penais que resultaram em sua condenação".


A Polícia Civil do Estado de São Paulo ressaltou que a prisão representa o encerramento de um complexo e rigoroso trabalho de investigação, reafirmando o compromisso da instituição com a punição severa de crimes contra a dignidade sexual de crianças e adolescentes."

A instituição reforça a importância de que "potenciais vítimas ou familiares formalizem a denúncia por meio do Boletim de Ocorrência e levem os fatos ao conhecimento das autoridades, ressaltando que a parceria entre a sociedade civil e as forças de segurança é fundamental para que crimes dessa gravidade não fiquem impunes.

A Polícia Civil informa que: "Após a realização dos procedimentos de polícia judiciária, o capturado passará por audiência de custódia e será transferido para o sistema prisional, onde dará início ao cumprimento da pena à disposição da Justiça.