17h11
Redação Bastos Já
Uma operação conjunta realizada por equipes da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) e da Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes (DISE) de Tupã resultou no cumprimento de um mandado de prisão contra um homem condenado definitivamente a 18 anos, 1 mês e 23 dias de reclusão pelo crime de estupro de vulnerável. A ordem judicial, expedida pela Vara Criminal da Comarca de Tupã, foi cumprida em uma chácara localizada na zona rural do município.
Segundo a Polícia Civil, a prisão ocorreu sem intercorrências. "Após a realização dos procedimentos de polícia judiciária, o capturado passará por audiência de custódia e será transferido para o sistema prisional, onde dará início ao cumprimento da pena à disposição da Justiça".
A DIG destaca que as investigações que culminaram no julgamento e na condenação foram conduzidas ao longo dos últimos anos pela Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Tupã. "Os levantamentos policiais apontaram que o condenado respondia a múltiplos procedimentos por crimes sexuais cometidos contra diferentes vítimas."
Conforme a Polícia Civil, "o investigado seguia um padrão claro de atuação: ele buscava aproximação com crianças e adolescentes utilizando ambientes religiosos ou locais comumente frequentados por esse público para conquistar a confiança das vítimas."
Também de acordo com a Delegacia de Investigações Gerais de Tupã: "Durante diligências anteriores no decorrer do processo investigativo, os policiais apreenderam na residência do acusado materiais de relevante valor probatório. Entre os itens recolhidos estavam peças íntimas infantis, que o homem mantinha organizadas e catalogadas. O achado reforçou a instrução das ações penais que resultaram em sua condenação".
A Polícia Civil do Estado de São Paulo ressaltou que a prisão representa o encerramento de um complexo e rigoroso trabalho de investigação, reafirmando o compromisso da instituição com a punição severa de crimes contra a dignidade sexual de crianças e adolescentes."
A instituição reforça a importância de que "potenciais vítimas ou familiares formalizem a denúncia por meio do Boletim de Ocorrência e levem os fatos ao conhecimento das autoridades, ressaltando que a parceria entre a sociedade civil e as forças de segurança é fundamental para que crimes dessa gravidade não fiquem impunes.
A Polícia Civil informa que: "Após a realização dos procedimentos de polícia judiciária, o capturado passará por audiência de custódia e será transferido para o sistema prisional, onde dará início ao cumprimento da pena à disposição da Justiça.