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Região

Policia Civil apreende simulacro de metralhadora em residência em Tupã

15 de Dezembro de 2020

12h40

Redação Bastos Já – com informações de João Mário Trentini

A Policia Civil de Tupã, em um trabalho conjunto realizado pela Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) e Delegacia de Investigações Gerais (DIG), apreendeu um simulacro de metralhadora durante cumprimento de mandados de busca e de prisão realizado nessa segunda-feira (dia 14) e nesta terça-feira (15). As operações policiais resultaram no cumprimento de 8 mandados de prisão.

A delegada Milene Davoli Nabas de Melo, titular da Delegacia de Investigações Gerais, informou que “foram cumpridos 8 mandados de prisão durante a operação realizada nos dois primeiros dias desta semana e dado cumprimentos a 3 mandados de busca, sendo um da DISE - Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes - e dois da DDM, que ensejaram na apreensão de uma pequena quantidade de entorpecentes e simulacro de arma de fogo e munição. Agora essas pessoas que foram detidas e tiveram o mandado de prisão cumprido ficam à disposição da Justiça para que decida o destino delas nos seus respectivos processos”.            

A delegada Cristiane Braga, da Delegacia de Defesa da Mulher de Tupã, disse que o simulacro de arma de fogo foi apreendido em uma das residências alvo da operação. “Nós tínhamos informações pela DDM solicitado buscas em uma residência onde havia no passado um processo de ameaça de violência doméstica e posteriormente surgiu alguma notícia de posse de arma. Diante dessas informações representamos ao Poder Judiciário que expediu a ordem de busca. Na busca nós conseguimos localizar um simulacro de uma metralhadora, muito parecido com uma arma original, munição e uma parte de droga, que gerou um termo circunstanciado”.

Ainda segundo a delegada, durante a ação policial foi cumprido um mandado de prisão. “Também foi cumprido um mandado de prisão por estupro de vulnerável, decorrente de uma condenação de um inquérito policial de uma investigação feita pela Delegacia de Defesa da Mulher no ano de 2017. No caso da apreensão do simulacro não sabemos da sua potencialidade lesiva e por isto estamos encaminhando para o Instituto Criminalística para aferir qual a natureza especifica e se tem capacidade para causar danos a integridade física de alguém. Após essa análise nós iremos definir a tipificação legal”.